Frase toppanel

A impossibilidade de cumprir a generalidade das obrigações vencidas e o seu significado no conjunto do passivo ou as circunstâncias em que ocorreu, evidenciam a situação de insolvência - Art. 1.º do CIRE.

Verificada a incapacidade generalizada de cumprimento das obrigações ou quando o passivo é superior ao activo, o devedor tem o dever legal de se apresentar à insolvência no prazo de 60 dias ou, caso seja pessoa singular e pretenda beneficiar de medidas de protecção ao consumidor, nos 6 meses seguintes à verificação da situação - Art. 3º e 238.º do CIRE.

Introdução

Iniciar sessão Registar

Login to your account

Username *
Password *
Remember Me

Create an account

Fields marked with an asterisk (*) are required.
Name *
Username *
Password *
Verify password *
Email *
Verify email *
Captcha *

"A PRÁTICA FALIMENTAR" - DR. JORGE CALVETE, ADMINISTRADOR DE INSOLVÊNCIA.

jorge calvete1"...Se por um lado somos uma sociedade cravada por uma camada social que consome acima das suas possibilidades por uma questão de necessidade imperiosa, em que efectivamente as despesas essenciais à sobrevivência do agregado familiar são superiores às receitas, agravadas por eventuais situações de desemprego de um dos membros do casal ou mesmo de ambos, por outro lado temos quem não tenha consciência que de facto vive acima das possibilidades..."

DR. PEDRO AFONSO: "A SAÚDE MENTAL DOS PORTUGUESES"

transferir 1

Recentemente ficou a saber, através do primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população.

No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência, urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das crianças e adolescentes.

Neste redil de insanidade, vejo jovens infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária.

ANTÓNIO MANUEL DA SILVA

António Manuel da SilvaAntonio Manuel da Silva*. O Estado português está novamente a braços com uma grave crise financeira. Não é novidade. Tem sido uma constante ao longo da história e já por sete vezes assistimos a situações de bancarrota.

Dando alguma ordem aos livros que, empilhados, vão aguardando por alguém que lhes volte a dar vida, deparei com uma obra: “Analyse do Orçamento ou a Questão Financeira Resolvida”, com o interessante subtítulo: “Systema de economias e reformas por meio das quais se extinguirá o deficit, sendo igualada a receita e a despeza no orçamento para o ano económico de 1869 a 1870, com pequeno sacrifício para todos e com notável melhoramento de muitos serviços e sem prejuízo de nenhum.”

IVAN POSTIGO: ENFRENTANDO A FALÊNCIA

A palavra falência assusta a todos nós não? Realmente nos preocupa de fato ou é mais uma daquelas coisas que a gente acha que nunca nos atingirá?

Falir quer dizer não ter com que pagar os credores, mas também fracassar.

Fazem parte do nosso vocabulário frases como “o sol nasceu para todos”, “no mercado há lugar para todo mundo”, como garantias de sucesso.

Imaginemos uma densa floresta. Uma planta para sobreviver tem que tomar sol. Para isso deve crescer mais do que as outras ao seu redor, ou se postar no topo das árvores, senão irá à falência. Muitas perecem enquanto sementes, outras não obtêm sucesso no processo de crescimento.

LUÍS M. MARTINS: "ESTOU À BEIRA DA INSOLVÊNCIA, E AGORA?"

d

Muitas pequenas e médias empresas (PME) atravessam dificuldades numa época de crise económica e financeira e algumas vêem-se confrontados com situações-limite. Deixar de pagar impostos ou pagar as contribuições para a Segurança Social são, quase sempre, os primeiros passos. Sair de uma espiral de dívidas não é um processo fácil, sobretudo para quem já não tem garantias para dar. Quando questionados sobre quais as suas principais preocupações relacionadas com o risco da sua actividade empresarial, muitos empresários apontam a insolvência e a perda de bens pessoais.